domingo, 29 de abril de 2018

Escrevermos sobre hoje, tentar solfejar um eu completo e em construção
Eis os 27 anos... Como era de ser esperar o tema central é morte
Sim , morte de mim ! Já que não a indícios de gente morta falando sobre sua partida, eu precavida que sou vou discorrer de agora sobre minha morte, então até eu vou falar de quando eu morri , e sim se eu tô viva é que já morri
E to olhando pra esse presente !
Nessa altura nada de novo e importante acabou por conta q morri, é fato que não faço nada meu mesmo da qual alguém sinta falta, nenhuma invenção, nenhum drible de seleção. Nada que eu queira fazer
Não há motivos nenhum para viver

Rascunhos

irei fazer apenas rascunhos,
Temo os olhares de pessoas que não
estão muito a pá do que acontece aqui
Me sinto mais livre pra escrever morrer ou fuder
Poesia música ou apenas desabafos
Sem pensar muito se estou sendo bastante clara na palavra
Há possibilidade de eu esquecer o que quis dizer nesse trecho ou no outro? Bem... Isso nunca me ocorrera mas de fato as vezes preciso reler o que estava escrevendo porque simplesmente não sei mais qual a palavra que eu estava a procurar ou qual assunto eu me propus a escrever , agora mesmo esqueci o que ia escrever, me rendeu mais algumas linhas ...

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Janela aberta

 Abri a janela
vesti tudo que já escrevi  aqui
e pulei.
Recalque
Preciso saciar essa
Vontade de auto destruição...
Destruí minhas poesias ,músicas
Livros, fotos, tudo que possa fazer
essa dor eternizar.
Estátuas e cofres e paredes pintadas
sera que um dia alguém vai saber o
que está acontecendo?
Acho que estou quase chegando tudo isso
Passa rapidamente na minha mente
Enquanto caiu lentamente
Ainda restam alguns andares e
Eis eu, poesia voando num hoje quadrado perdido, quarta feira de algum lugar e hora sem minuto



Vai passar
E você nem vai lembrar